GALERIA DE ATLETAS DA ANAPOLINA

Neste espaço, pretendemos homenagear os ex-atletas que honraram a camisa da Xata, e também os atuais ídolos da torcida Rubra.

Herculano Vicenzi Copyright © 1996 A Notícia - Todos os direitos reservados

Zé Carlos Paulista defendendo o Joinville, junto com Mateus, outro ex-jogador da Anapolina

No campo, a imagem da competência; na vida pessoal o retrato da humildade. Esses são dos traços mais marcantes do perfil de um dos grandes ídolos da história do futebol joinvilense. Apesar de figurar na galeria dos maiores goleadores da história do Joinville Esporte Clube e continuar muito vivo no coração da torcida tricolor, jamais alguém o flagrou se vangloriando dos muitos gols que marcou vestindo a camisa do JEC. Seu nome: Zé Carlos Paulista. É o segundo maior artilheiro da história do Joiville Esporte Clube, com 84 gols.

Zé Carlos Paulista trabalhando como técnico no Joiville. em 2007.

Zé Carlos Paulista nasceu José Carlos Raymundo, na pequena cidade de Mindurí, em Minas Gerais. Aos oito anos mudou-se com a família para a cidade de Lavras. Lá deu seus primeiros passos como beque rebatedor e, tempos depois, já atuando como meia-de-ligação, foi comprado pelo América do Rio. Até desembarcar em Joinville, no começo de 80, Paulista, passou, também, pelo Vitória da Bahia, Friburgo (pelo qual foi vice campeão da 2ª divisão do Rio de Janeiro) e Anapolina de Goiás. Permaneceu no Ernestão de 80 a 82, atravessando talvez a melhor fase de sua carreira. Com a reluzente camisa "nove", sagrou-se tricampeão catarinense e foi o artilheiro estadual nas temporadas de 80 e 81. No início de 83 foi para o Palmeiras de São Paulo (transação milionária) e logo em seguida teve uma fase cigana, passando pelo Esporte Recife, Guarani, Criciúma, São Bernardo e Santo André. Foi duas vezes campeão da segunda divisão de Minas Gerais, uma pelo Boa Esperança e outra pelo Pouso Alegre. Em 89, aos 33 anos quebrou uma perna e começou a pensar em parar, mas continuou jogando em clubes de segundas divisões até o final de 1990, quando então pendurou as chuteiras definitivamente No começo de 1992 foi convidado pelo jogador Mateus, ex-companheiro no JEC para ir jogar e treinar garotos nos EUA. Zé Carlos não queria sair do País e além disso tinha saudades de Joinville e, em especial, de Alírio Costa, um amigo que fez durante sua fulgurante passagem pelo JEC e que considera como um irmão. Através de um contato telefônico foi convencido por seu Alírio a vir embora para Joinville e trabalhar com ele numa churrascaria. Zé Carlos arrumou as malas e veio para a cidade. Na bagagem trazia um sonho: futuramente trabalhar numa escolinha de futebol para descobrir novos jogadores. É o que Zé Carlos está fazendo atualmente e em dose dupla. Trabalha em duas escolinhas, envolvendo garotos de sete a 13 anos de idade. No Estrela da Praia, do bairro Boa Vista, trabalha com mais de 50 meninos, às segundas, quartas e sábados. Já numa escolinha da rua Visconde de Mauá, no bairro América, que dispõe de gramado sintético, os treinamentos são às terças e quintas-feira e envolvem 30 crianças. Interessados em participar da escolinha da rua Visconde de Mauá devem fazer contato pelo fone 435.5060. No Estrela da Praia pelo fone 422-9422. Apesar de todo o trabalho com as escolinhas de futebol, Zé Carlos Paulista encontra tempo para ajudar a atender a clientela do Bar Barbante do bairro Glória, o mais famoso recanto de caranguejos de Joinville, pertencente à família de Alírio Costa, seu inseparável. Zé Carlos Paulista acha Joinville a melhor cidade para se morar e revela que além de grandes amizades, como aquela que cultiva com Alírio Costa, guarda no coração quatro presentes especiais: o carinho da torcida, dois troféus O Jornaleiro e a admiração de Norberto Hoppe, o maior artilheiro já nascido em Joinville, que considera o ex-centroavante do JEC como um dos melhores da posição que já viu atuar."Presentes como esses não têm dinheiro que pague", sublinha o hoje treinador de futuros craques de bola.

Marcio Defendi

O futebol é um jogo de equipe, e não podemos deixar de destacar também os goleiros. Um dos principais atletas dessa posição, que defendeu a Rubra em várias temporadas, é o experiente goleiro Márcio Defendi. A ficha técnica abaixo foi retirada do site da Matonense, um dos vários clubes que Márcio defendeu em sua carreira. Em 2005, depois de defender o Anápolis F. C. no campeonato goiano, Márcio decidiu encerrar sua carreira, e foi contratado pela Anapolina para ser o treinador de goleiros.

Nome: Márcio Antonio Defendi Data nasc.: 01/12/64 Altura: 1,89 mt Peso: 81 kg P. Chute: Destro Posição: Goleiro Últimos Clubes: Nacional/SP, Sampaio Corrêa/MA, Anapolina/GO, Matonense, Anápolis F.C.  

Ernandes de Oliveira de Queiroz nasceu em 03/11/1974, natural de Santo Antonio de Leverger-MT, e defendeu a Anapolina em várias temporadas. Ernandes disputou 133 jogos oficiais defendendo o gol da Rubra, e é o jogador recordista de atuações com a camisa da Xata, Alguns times em que ele atuou foram:-OPERARIO/VG (onde tudo começou) -BARRA DO GARÇAS/MT -ANAPOLINA/GO -BOM JESUS/GO -CALDAS NOVAS/GO -NACIONAL/AM -RIO BRANCO DE AMERICANA/SP -MIXTO/MT -UNIÃO/MT -GREMIO JACIARA/MT.

Apesar de ter salvo a Anapolina em várias oportunidades, sendo escolhido inúmeras vezes o melhor jogador em campo, Ernandes foi várias vezes hostilizado pela torcida da Xata, sob a argumentação de que ele sempre falhava em jogos decisivos. Magoado com essa situação, Ernandes decidiu não mais defender a Anapolina, e retornou para o Mato Grosso, sua terra natal, onde continua defendendo os times daquela região com grande destaque, sendo conhecido como Ernandes Pantaneiro.

 Ernandes foi campeão da Copa Governador do Estado de MT em 2005, defendendo o Operário Futebol Clube de Várzea Grande-MT.

Dilon Andrade foi o goleiro titular da Anapolina, durante a campanha do vice-campeonato da Taça de Prata em 1981. Reproduzimos a seguir um emocionante depoimento enviado por ele para o nosso site:

Eu sou Dilon Andrade, fui atleta deste glorioso clube quando da conquista do vice-campeonato da serie prata de 1981, entretanto, revendo este site não vislumbrei as minhas fotos, se estiverem interessados em obtê-las, podem ser encontradas no Orkut pelo mesmo email ou entrando em contato comigo diretamente. PS. meu telefone para contato é 5532321979 ou 5599721869. Eu fico contente porque sempre acompanhei a Rubra e ler algo dela me causa grande emoção, minha carreira começou no inter de porto alegre como juvenil por 3 anos, fui profissional por 1 ano depois fui para o Ipiranga de Erechim RS, depois para o Carlos Renaux SC, e levado por Sr. Rubens de Freitas um grande treinador (um dos melhores de minha carreira) para a RUBRA onde permaneci por 3anos num time onde tinha um homem como presidente de alto gabarito e como pessoa humana sem sonho de dúvidas o melhor (DR. PEDRO CHAVES CANEDO), onde anda, e como diretor de futebol um AMIGO TIÃO SEABRA (meu amigo), gostaria de saber deles, voltando, dai contra a vontade do Dr Pedro fui para o Operário de Várzea Grande no MT, ( erro meu porque nós tínhamos ganho o primeiro turno invicto e já estávamos classificados para a final do campeonato onde a ANAPOLINA ganhou e perdeu no tapetão por causa do OSMAR LIMA ter jogado sem condições a final, eu estava no Serra Dourado torcendo). Depois voltei para o Carlos Renaux em Santa Catarina e depois voltei para o R. Grande do Sul onde joguei no Bajé e encerrei minha carreira no São Gabriel minha terra natal, onde foi Goleiro Treinador Diretor. E hoje moro em São Gabriel sou viúvo tenho duas filhas maravilhosas que são a razão de minha vida e tenho uma Imobiliária em conjunto com meu irmão onde trabalho e mantenho minha vida. me causa grande emoção e ver gente que convivi as grandes alegrias de minha vida futebolística na RUBRA como jogadores (colegas), torcedores e diretores, gostaria de manter contato com eles, e se possível em algum encontro ou festa da RUBRA ser lembrado para ir aí e fazer parte da mesma como ex atleta e torcedor da nossa RUBRA a (XATA). MUITO OBRIGADO POR ME DAR ESTA OPORTUNIDADE DE ME COMUNICAR COM GENTE QUE FIZERAM PARTE DE MINHA VIDA. UM ATÉ BREVE TCHE.

Obrigado Dilon! A torcida da Anapolina é que agradece todo o empenho que você dedicou à Rubra. Na minha seleção de ouro da Rubra, o Dilon é o goleiro titular. Quem quiser entrar em contato com ele, o email é: dilon.andrade@hotmail.com

O pai do jogador Alex Santos da Seleção Japonesa, Wilson Santos começou sua carreira no Ceres E. C. (1966-1970), veio para o Goiás em 1971, foi depois para o América do Rio, depois para o XV de Piracicaba em troca de Sebastião Macalé, veio depois para a Anapolina e encerrou sua carreira em Maringá,no Grêmio Maringá. Lá se casou e nasceu o Alex Santos. No Goiás Wilson Santos foi campeão em 1974 e escolhido o CHUTEIRA DE OURO daquele ano. Jogou ao lado de jogadores como Valdeir, Japonês, Jailton Santos e outros. Wilson Santos construiu quase toda a sua carreira dentro do Goiás Esporte Clube, onde é considerado um dos melhores jogadores que já atuaram naquela equipe. Wilson foi um jogador polivalente, que jovaga em todas as posições da defesa, como zagueiro ou lateral. Foi nestas funções que se destacou na Anapolina, já em final de carreira, defendendo a Xata nas suas primeiras participações no campeonato brasileiro, e também em algumas edições do campeonato goiano. Jogador altamente técnico e disciplinado, não chegou a fazer parte da geração de ouro da Anapolina, mas é lembrado com carinho por todos os torcedores que presenciaram as suas atuações com a camisa da Rubra.

José Alberto Vieira, o Betinho, goleiro do Bragantino em 1993, atualmente mora em São Roque, no interior de São Paulo, onde é treinador de futebol. Dentro das quatro linhas, ainda joga no Brasil Masters e no gol dos veteranos do Palmeiras. Ele também faz um trabalho social em uma escolinha de futebol na cidade de Mairinque (SP), com quase 200 crianças de 7 a 15 anos. Betinho começou a carreira em 1986, defendendo o gol do Paulistano, onde ficou por cinco temporadas. Em 1991 e 92, passou pelo Rio Claro (SP), em 1993, pelo Bragantino (SP) e em 1994 e 95 pela Anapolina (GO). Em 1996, Betinho foi tentar a sorte fora do país. Jogou por um ano no Universidad Católica do Chile e logo voltou para defender a meta da Desportiva do Espírito Santo. Em 1999, passou pelo Corinthians de Bataguassu (MS) e pelo Nova Andradina (MS), em 2000 pelo Operário (MS) e em 2001 pela Chapecoense (SC), onde "pendurou as luvas". Nascido em São Roque (SP), no dia 19 de maio de 1967, Betinho é casado e tem três filhos. Em 2007, Betinho defendeu o Palmeiras, no primeiro campeonato brasileiro de Show-Ball.

João Paulo Nascido em Campinas em 09 de julho de 1964, João Paulo começou nas divisões de base do Guarani. Ponta-esquerda habilidoso, rápido e que sempre jogava voltado para o ataque. Sérgio Donizeti Luiz, o João Paulo, ex-ponta esquerda do Guarani nos anos 80, assinou contrato em 2005 com o Independente de Limeira, equipe que disputa a Série A-3 do Paulistão. O habilidoso João Paulo nasceu em Campinas (SP) no dia 9 de julho de 1964 e começou a carreira nas categorias de base do Guarani no começo dos anos 80. Começou a chamar a atenção no cenário futebolístico brasileiro durante o Campeonato Brasileiro de 86, quando o Guarani foi vice-campeão (perdeu para o São Paulo na final). João Paulo lamenta até hoje o pênalti não marcado por José de Assis Aragão naquela partida decisiva, que terminou empatada por 3 a 3 no tempo normal e prorrogação. Nos pênaltis, o São Paulo venceu. Além de João Paulo, aquele time bugrino tinha: Sérgio Neri, Marco Antônio, Gilson Jáder (ou Fernando), Ricardo Rocha, Zé Mario, Tosin, Tite, Marco Antônio Boiadeiro, Chiquinho Carioca (ou Catatau) e Evair. João Paulo deixou o Guarani em 1988, ano em que o time de Campinas novamente quase chegou próximo de um título. O Bugre foi vice-campeão paulista com: Sérgio Neri; Marquinhos Capixaba, Vágner Bacharel, Ricardo Rocha e Albéris; Paulo Isidoro, Barbiéri, Marco Antônio Boiadeiro e Neto; Evair e João Paulo. O Guarani perdeu para o Corinthians, de Viola, por 1 a 0. Depois do Guarani, ele defendeu o Bari, da Itália, entre 88 e 93, sendo considerado em 90 o melhor jogador estrangeiro na Terra da Bota. Apesar disso, ele não teve chance com Lazaroni na Copa do Mundo de 90, na Itália. Uma fratura na perna, ainda nos tempos de Bari, prejudicou bastante a carreira do jogador, que retornou ao Brasil em 93 para defender o Vasco da Gama. Também jogou pela Anapolina, Corinthians, Ponte Preta, Paulista de Jundiaí, Bahia, União São João, entre outras equipes. E sempre mostrou muita habilidade, mesmo sendo um veterano. Foi convocado algumas vezes pela Seleção Brasileira, conquistando a medalha de prata nas Olimpíadas de Seul, em 1988. Ficha da Fera: Nome Completo: Sérgio Donizete Luís Apelido: João Paulo Data de nascimento: 9/7/1964 Clubes principais: Guarani 84 a 88; Bari 88 a 93; Vasco 93 e 94; Corinthians 95; Ponte Preta 96; Bahia 97 e 98; Paulista 99; União São João 99 a 2003.

Eu, sou Josenildo Francisco da Silva, mais conhecido com Bellô, atleta profissional de futebol, goleiro, com passagem por vários clubes do futebol brasileiro, como por exemplo: O América do Rio foi o inicio de tudo, onde comecei na escolinha e depois passei a fazer parte das categorias de base. Onde fui campeão Infantil no ano de 1981, fiquei 12 anos no América quando mudei para o Estado de Goiás. Lá joguei pelo Anapolina, Vila Nova, Goiás, Goiana, Anápolis, Goiatuba, sendo Bi-campeão na Vila Nova. Depois atuei no Santo André de São Paulo, onde fui campeão da Serie A2 do Paulistão 1992. Depois fui para Pernambuco, sendo vice-campeão no Porto de Caruaru, depois voltei para Anápolis, onde fui vice-campeão novamente do Campeonato Goiano, no ano de 2000, e depois me transferi para o São Cristóvão do Rio onde estou até hoje. Como eu não pretendia mais jogar futebol fora do Rio de Janeiro, eu iniciei um trabalho comunitário na Associação de Moradores de Oswaldo Cruz, a situação era difícil, pedi ajuda ao pessoal da Robmar para pegar esse trabalho comigo e eles se prontificaram em ajudar imediatamente; foi quando nasceu essa parceira. É muito importante, inteligente e louvável a idéia de ajudar a quem precisa. Se todas as Empresas tivessem uns projetos dessa natureza, a Violência seria menor. Eles estão de parabéns por esta iniciativa, eu acho particularmente excelente, nota 10. Nasceu uma esperança. Dessa parceira, Bellô , Associação de Moradores e Robmar, nasceu a Escolinha de Futebol Bellô, fui fundada em 26 de fevereiro, de 2000, situada na rua Nascimento Gurgel, nº 392 no Bairro de Oswaldo Cruz na Associação de Moradores de Oswaldo Cruz, hoje existem 166 crianças registradas, onde todas são obrigadas a terem 90% de freqüência na escola. A meta principal é orientar as crianças para que no seu tempo ocioso possa praticar atividades esportivas, os que se destaca são encaminhados a Clube do Rio. Iniciando uma possível carreira, hoje contamos com 22 alunos federados em clubes do Rio. Nosso Telefone para contato é 3018-8609. Uma curiosidade interessante sobre o Josenildo foi revelada recentemente: Quando jogava no dente-de-leite do América-RJ, Josenildo tornou-se o primeiro goleiro a sofrer um gol do artilheiro Romário, que completou 1.000 gols marcados dia 20/05/2007.

Apelido: Josenildo. Nome: Josenildo Francisco da Silva Inscrição na CBF: 91732 Posição: Goleiro Nascimento: 08/01/1965, Recife-PE Clubes como jogador: E.C. Santo André (1992), América-RJ, Novo Horizontino-SP, Anapolina-GO, Juventus-SP, Vila Nova-GO (1993/1994), Goiás-GO (1995), Atlético Goianense-GO (1996), Anápolis-GO (1997), Porto Caruaru-PE (1998), XV de Jaú-SP (1999), São Cristóvão-RJ (2000/2007) Títulos como jogador: Campeão Goiano 1993 e 1994 (Vila Nova-GO) Curiosidades: Também conhecido como Bellô. Ele era o goleiro do time infantil do América-RJ no dia 25 de novembro de 1979, quando Romário, pelo infantil do Olaria, marcou os três primeiros gols que contabiliza em sua lista, no estádio da Rua Bariri, pelo Campeonato Estadual da categoria.

Luvanor, grande ídolo do Goiás nos anos 80, trabalhou como técnico do Grêmio Inhumense no Campeonato Brasileiro da Série C em 2005. Luvanor Donizete Borges nasceu em 15/02/1961, natural de Pirajuba-MG, e estava dirigindo o Sub-20 do Goiás, clube onde fez história.

Habilidoso, Luvanor foi uma das grandes revelações do Goiás. Ele explodiu no time em 1982 e foi negociado para a Itália para jogar no modesto Catania. Depois retornou ao Santos em 1988 e passou por diversos clubes como Flamengo, onde não foi bem, apesar de ter conquistado o título de campeão brasileiro, Bahia, Inter-RS, Atlético-MG, Vila Nova, Anapolina e Atlético-GO. Voltou ao Goiás no início dos anos 90. Encerrou sua carreira em 1994. Outros títulos importantes conquistados por Luvanor foram: campeão goiano pelo Goiás, em 1981, 1983 e 1990; campeão da Copa Kirin e da Taça Guanabara em 1988, pelo Flamengo; campeão baiano em 1993, pelo Bahia.

Luvanor trabalhando como técnico dos juniores do Goiás E. C.

Paghetti, ex-meia-atacante do Goiás, na década de 70, hoje é empresário do ramo de bebidas, em Goiânia (GO), onde vive. Paghetti marcou época no ataque do Goiás em uma célebre noite de quarta-feira, de 1974, quando pelo Campeonato Brasileiro de 1973, o Santos goleava o time dele por 4 a 1 com Pelé jogando muito. Aí, o Santos achou que o jogo estava ganho, tirou o pé, o que bastou para o trio infernal Lucinho, Paghetti e Lincoln deitar e rolar pra cima da zaga do Santos. Resultado: 4 a 4, em poucos minutos. "Se o juiz tivesse dado uns dois minutos a mais, a gente teria ganho o jogo", recorda Paguetti, às gargalhadas. Veja a ficha técnica desse jogo histórico para o futebol goiano: Campeonato Brasileiro 1973, Fase 2. Data: 06/02/1974. Local: Estádio Pacaembu, São Paulo-SP. Árbitro: Arnaldo César Coelho. Renda: 288.023,00. Público: 27.246. Gols: Nenê (20/1, 32/1 e 37/1), Paghetti (44/1), Emílio (contra, 9/2), Paghetti (34/2 e 37/2) e Lucinho (45/2). O Santos jogou com: Carlos, Carlos Alberto Torres, Marinho Peres, Vicente e Zé Carlos; Clodoaldo (Roberto), Léo Oliveira e Mazinho; Nenê, Pelé e Edu. O Goiás jogou com: Lumumba, Triel, Emílio, Matinha e Cláudio; Tuíra e Hertz; Lucinho, Paghetti, Lincoln e Raimundinho. Em 1978, já em final de carreira, Paghetti foi um dos principais reforços contratados pela Anapolina, para a disputa do campeonato brasileiro daquele ano, tendo disputado quase todas as partidas.

Paghetti sempre fez parte das principais formações do Goiás na década de 70

'Aprendi a palavra (de Deus) e agora procuro transmiti-la às pessoas" O ex-volante Paulinho, ex-Corinthians, já se considerava cristão nos tempos de profissionalismo. O exagerado assédio não impressionava aquele pernambucano que trocou o Náutico pelo futebol paulista. Ao tomar conhecimento de que Osvaldo Brandão queria vê-lo no Alvinegro, Paulinho não acreditou nas palavras do técnico Brida, que transmitiu o recado durante um treino Náutico. "Levei um choque". Ao vestir a camisa do Corinthians (de 1981 a 1985), Paulinho jura que não mudou de comportamento. Apesar da pouca idade, não se iludia quanto às delícias da fama. "Meus pais me ensinaram que tudo é passageiro. Que a gente não leva nada. Aprendi a palavra (de Deus) e agora procuro transmiti-la às pessoas", conta o evangelista (pregador), convicto de que a Bíblia é a verdadeira fonte sagrada de todas as religiões. Tanto é que ele se considera simplesmente evangélico. Sem rótulos. Sem se vincular a eventuais seitas ou templos de estranhas origens. Freqüenta a Igreja Metodista Wesleyana (Vila Nivi/Zona Norte) e mais duas que mantêm princípios iguais: Assembléia de Deus e Renascer. Paulinho é uma espécie de peregrino que visita enfermos nos hospitais, velhos nos asilos e abandonados nas instituições de caridade. Segundo ele, a mensagem básica é uma só. "Jesus é o nosso único salvador. A ressurreição é a esperança para os não pecadores". Ainda no auge da carreira, Paulinho não parava de ler a Bíblia. Cultivava uma postura humilde. Ao entrar em restaurantes, não admitia que o recepcionassem como ídolo. "Se as pessoas comuns não fossem bem atendidas, eu logo chamava a atenção dos garçons". Além do lado espiritual, Paulinho disse que nunca se descuidou do lado cultural. No entanto, as obrigações impostas pelo futebol não permitiram que ele pudesse concluir duas faculdades, na área de Zootecnia e de Educação Física. O ex-craque é dono de uma escolinha de futebol no bairro da Casa Verde. As crianças carentes não pagam mensalidades. Preocupado em ampliar o projeto social, ele iniciou uma campanha para atrair empresas que estejam dispostas a adotar alguns atletas mais pobres (telefone 3857-6850). Aos 43 anos, Paulinho procura manter a boa forma. Corre diariamente e também participa dos jogos amistosos dos masters do Corinthians.

Nome: Paulo Rogério de Albuquerque Souza. Apelido: Paulinho. Local de nascimento: Recife-PE. Data: 5/12/1957. Times que defendeu: Náutico, Seleção Brasileira de Juniores, Corinthians, Palmeiras, Novorizontino, Anapolina-GO, Taubaté, Lemense e Matonense. Títulos: Náutico: vários nas categorias de base. Corinthians: bicampeão estadual, em 82/83) e vice em 84; vice pelo Palmeiras em 86: vice da intermediária na Lemense em 91.

Na foto acima, vemos Paulo Nelli no início de sua carreira, ao lado de outro zagueiro que também defenderia a Anapolina em sua fase de ouro: Sidney "Papel" Nascimento, que também foi técnico da Anapolina depois de encerrar a carreira de jogador. Paulo Nelli foi um zagueiro muito viril, o que lhe rendia muitas expulsões. A mais célebre foi no jogo Anapolina x Fluminense, em 1982, quando a Rubra perdeu de 6 x 1 no Maracanã. O zagueirão foi expulso aos cinco minutos de jogo, depois de dar dois carrinhos violentos nos atacantes tricolores. O ex-zagueiro Paulo Nelli, que se destacou no futebol goiano nos anos 80, atualmente trabalha como comentarista esportivo na rádio Difusora de Goiás. Antes de tentar a carreira de cronista, Paulo chegou a ser supervisor de futebol do Anapolina nos anos de 92, 93, 94, 97 e 98. Nascido no dia 22 de outubro de 1956, Paulo Sérgio Nelli começou a carreira nos juvenis do São Paulo em 1974. "O Mário Juliato era o técnico do time juvenil e o Rubens Minelli era o treinador do profissional", lembra. Nos anos de 75 e 76, Paulo Nelli, ainda juvenil, atuou pelo Palmeiras, que na categoria tinha como técnico Godê e preparador físico Moraci Sant´Anna, hoje trabalhando no Corinthians e na seleção brasileira. "Era muito difícil um juvenil ter lugar no time principal do Palmeiras, que tinha o Luís Pereira e Alfredo Mostarda para a zaga. Fiquei apenas uma vez no banco de reservas, deixado pelo Dudu, que era o técnico. Foi em um jogo contra o América, em São José do Rio Preto (SP)." Por não ter chance no time do Palmeiras, Paulo Nelli foi emprestado ao Comercial (MS) em 1977. No ano seguinte, ele defendeu o Primavera, de Indaituba (SP), e em 79 teve passagens pelo Amparo (SP) e Nacional (SP). Em 1980, o zagueiro teve o passe negociado com o Anapolina (GO), clube que defendeu até 1982. 

Paulo Nelli trabalhando como comentarista na Rádio Difusora de Goiânia.

Em 83, ele disputou o Campeonato Brasileiro pelo Goiás, que tinha como time base: Édson; Zé Teodoro (depois atuou no São Paulo), Paulo Nelli, Marcelo e Adalberto; Carlos Alberto Santos (jogou no Botafogo), Luvanor, Brás e Nei Ladeira; Cacau (defendeu o Corinthians, Fluminense e Grêmio) e Washington. "Nós fizemos uma bela campanha no Brasileirão de 83. O Goiás terminou a competição em quinto lugar. O time foi eliminado pelo Santos, que ficou com o vice-campeonato (perdeu o título para o Flamengo)", conta Paulo Nelli. Depois do Brasileiro pelo Goiás, o beque teve o passe comprado pelo Botafogo de Ribeirão Preto, que tinha alguns jogadores conhecidos, entre eles Chicão (ex-volante do São Paulo), Teodoro, Lola, Polozzi (ex-zagueiro da Ponte Preta e Palmeiras) e Ronaldo Marques (atuou no Flamengo, Santos e Corinthians). Em 1984, jogou por empréstimo pelo América (RJ). "Os mais conhecidos da equipe eram o Luizinho Lemos, Gílson Gênio, Gilcimar e Maxwell (zagueiro que jogou pelo Palmeiras e Botafogo de Ribeirão)", fala o atual comentarista. Ainda em 1984, ainda com passe preso ao Botafogo de Ribeirão, ele foi trocado com o Sport Recife pelo meia Wilson Carrasco. Em setembro, do mesmo ano, ele se transferiu para o Vila Nova (GO), que tinha como goleiro Wendell, hoje preparador de goleiros da seleção brasileira. Paulo Nelli foi campeão estadual pelo Vila, que tinha como destaques os atacantes Henrique, Bill (faleceu em 2002) e Héber. Permaneceu no alvirubro goiano até dezembro de 1985 e no começo de 86 foi contratado pela Francana (SP), que já contava com o ex-corintiano Vidotti, Carlos Alberto (ex-Juventus) e Marcos (ex-goleiro do Goiás). Permaneceu na Francana até 1987 e em 88 voltou ao futebol goiano para jogar no Atlético Goianiense, sendo campeão goiano no mesmo ano. "O time do Atlético era muito bom. O Júlio César, meia, e o Valdeir (que virou The Flash), atacante, depois foram jogar no futebol carioca", comenta Paulo. Antes de encerrar a carreira no Barretos (SP), em 1990, o zagueiro teve passagens pelo Anapolina e Vila Nova, equipes nas quais ele já havia atuado. por Rogério Micheletti (rogmicheletti@ig.com.br)

Raimundinho marcou época na Anapolina, já veterano, atuando em quase todos os jogos nos primeiros campeonatos brasileiros disputados pela Rubra. Ponta-esquerda ofensivo, Raimundinho ajudava também na marcação. Em sua carreira de jogador, que teve início no Vasco da Gama, destacou-se muito tempo no Goiás. Posteriormente, trabalhou como técnico na Anapolina. Raimundinho teve a oportunidade de participar de dois momentos históricos do futebol: primeiro, na partida entre Santos e Vasco, no Maracanã, quando Pelé marcou o seu milésimo gol. Depois, participou da partida inaugural do Estádio Serra Dourada, no jogo em que a seleção goiana venceu a seleção portuguesa por 2 x 1.

Na foto acima, Raimundinho é o último agachado à direita, e nessa ocasião ele defendia o Goiás. Também vemos nesta foto o goleiro Nilson, que naquela época atuava no Goiânia, e que encerrou sua carreira jogando na Anapolina em 1981. Na inauguração do estádio Serra Dourada, em 09 de março de 1975, a Seleção Goiana, comandada por Paulo Gonçalves venceu o selecionado de Portugal por 2 a 1, com gols de Lincoln e Tuíra. Na foto em pé: Nílson, Macalé, Alexandre Neto, Matinha, Cláudio e Lúcio Frasson. Agachados: Fernandinho, Lincoln, Tuíra, Piorra e Raimundinho.

Ficha técnica do jogo histórico, do milésimo gol de Pelé: Santos 2 x 1 Vasco Data: 19 de novembro de 1969 Local: Estádio do Maracanã Árbitro: Manoel Amaro de Lima Gols: Santos - Pelé (pênalti) e Renê (contra); Vasco - Benetti Santos: Aguinaldo; Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Djalma Dias (Joel Camargo) e Rildo; Clodoaldo, Lima, Manoel Maria e Edu; Pelé (Jair Bala) e Abel. Vasco: Andrada; Fidélis, Moacir, Fernando e Eberval; Bougleaux, Renê, Acelino (Raimundinho) e Adílson; Benetti e Danilo Menezes (Silvinho).

Sinomar se destacou com ponta, uma posição que hoje está em desuso no futebol. Foi campeão goiano pelo Goiânia, e já no final da carreira reforçou a Anapolina em suas primeiras participações nos campeonatos brasileiros. Radicado no Pará, Sinomar agora é técnico de futebol, já tendo se dedicado a categorias de base e trabalhado como técnico e auxiliar técnico das principais equipes paraenses, entre elas a Tuna Lusa e o Paysandu. Atualmente, Sinomar foi efetivado como treinador do Paysandu, na Série A do Campeonato Brasileiro de 2005. Abaixo, reproduzimos duas matérias publicadas sobre Sinomar em jornais paraenses. Com Sinomar, Tuna valoriza paraenses Mesmo se recusando a falar em nomes, o novo treinador da Tuna, Sinomar Naves, 49 anos, deixou claro, na última sexta-feira, que pretende utilizar a chamada prata da casa enquanto estiver à frente do time cruzmaltino. Depois de trocar o Pedreira, onde atuou por sete anos, Naves não esconde que poderá indicar à diretoria da Lusa alguns jogadores que disputaram a primeira fase do Parazão. "Mesmo nas equipes que não se classificaram, como foi o caso do Pedreira, existem bons jogadores e que poderiam ser aproveitados", afirmou o treinador, que ficou de se reunir ontem com a diretoria tunante. "Vamos conversar para ver o que o clube pode oferecer", disse Naves, que já é um velho conhecido na Vila Olímpica. Ele veio do Campinense, da Paraíba, em 1980, para defender a Lusa, onde, como jogador ficou até 1982. Antes ele já havia defendido as equipes do Goiânia, Vila Nova e Anapolina, todos de Goiás. Depois de encerrar a carreira de ponta-esquerda, Naves trabalhou na Lusa como preparador físico, em 86/87, e técnico, em 87. "Quando dirigi a Tuna Luso, no Campeonato Brasileiro, módulo amarelo se não estou enganado, conseguimos fazer uma boa campanha", afirmou. "Deixamos a competição eliminados pelo Paysandu", complementou. Nesta sua volta ao antigo ninho, ele não esconde que espera resgatar a tradição do futebol tunante, que sempre foi marcado por valorizar o atleta local. Mas o treinador só afirmou que só pretendia anunciar como vai trabalhar no clube após a conversa que teria com a diretoria tunante, ontem. "Não podemos adiantar nada agora, pois dependemos das condições do clube", salientou Naves, que tem desde já à sua disposição, no Souza, um elenco com 34 jogadores. Os principais nomes do grupo são o goleiro André Luis, os meio-campistas Joacy e Ciro e o atacante Jaílson. Uma grande parte do plantel tunante veio das divisões de base do clube e também do futebol de salão da Lusa e de outros clubes que disputam o futebol da bola pesada. Em sua passagem anterior pela Vila Olímpica, Naves também trabalhou com um grupo de jogadores novos. Sinomar Naves planeja futuro nos bastidores Não fosse uma conversa com amigos, o goiano Sinomar Naves jamais teria chegado ao cargo de treinador do Paysandu e, consequentemente, não teria conquistado o título do Parazão-2005. Em 1989, quando era o técnico da Tuna Luso, Sinomar se desestimulou com a carreira e abandonou o futebol. Decidiu, então, exercer a profissão na qual possui especialização: professor de administração. O futebol já não fazia mais parte dos seus planos. Foi preciso uma longa conversa para que ele fosse persuadido a trabalhar no reerguimento do Pedreira, de Mosqueiro. O seu retorno ao meio futebolístico foi em alto estilo. Ajudou o clube a se profissionalizar, e, em função do bom trabalho, foi convidado a trabalhar na Tuna. De volta ao Souza, levou a Cruz de Malta à decisão do Parazão 2003. No ano seguinte foi para o Ananindeua e enfim chegou à Curuzu, na condição de auxiliar-técnico. No Paysandu, Sinomar Naves começou a colocar em prática tudo o que sempre sonhou. "Aqui nós temos uma estrutura que nos possibilita desenvolver o trabalho mentalizado, para o qual nós pesquisamos", fala o treinador. A temporada 2005 ficará eternizada na memória de Sinomar. Afinal, neste ano ele saiu do papel de coadjuvante para o de protagonista. De auxiliar de Agnaldo de Jesus, foi alçado à condição de substituto de Roberto Cavalo. E fez bonito nessa função. "Sempre confiei no meu trabalho e acreditei que seria capaz de ser o treinador do Paysandu", afirma Sinomar, referindo-se à pressão que sofreu ao assumir o comando do time. Só que apesar de ter levado o Papão à conquista do Parazão, Naves não foi mantido como treinador da equipe. Ele será o auxiliar de Paulo Campos no Campeonato Brasileiro. "Não fiquei magoado com isso, porque o que importa mesmo é fazer um bom trabalho pelo Paysandu", desconversa. Segundo Sinomar, a situação de auxiliar não será eterna. Ele pretende retornar à função de treinador em breve, mas não tem pressa para que isso ocorra. "Eu me sinto preparado para ser o treinador de um clube grande. Mas não digo que estou pronto, porque aprendo algo novo a cada dia", afirma. A intenção do goiano é ter sucesso como técnico, para logo em seguida tentar a função de dirigente, de preferência no Paysandu. "Essa é uma possibilidade que eu cogito. Seria interessante poder desenvolver este trabalho aqui, que é um clube que dá estrutura para o profissional trabalhar bem".

Zé Carlos em 1973, no XV de Piracicaba

José Carlos Serrão. Nascimento: 12/10/1950. Como técnico, José Carlos Serrão tem muita experiência no futebol brasileiro. Depois de nove anos de sucesso como jogador, assumiu a carreira de treinador em 1980 e não parou mais. Como jogador, participou por seis vezes da seleção paulista e esteve relacionado pelo técnico Zagallo entre os nomes selecionados para a Copa do Mundo de 1974, sendo afastado devido a uma cirurgia. Em 1979, já em final de carreira, Zé Carlos atuou em alguns jogos pela Anapolina, ajudando a formar a base do grande time da década de 1980. José Carlos Serrão trabalhou no Mogi Mirim (SP) em 2007, e foi contratado pela Anapolina para trabalhar como técnico na temporada de 2008. 



Conquistas como Treinador e Auxiliar Técnico:
2002/03 - Bicampeão Torneio da Amizade - Coréia do Sul2000 - Corinthians - Campeão Paulista Aspirantes
2000 - Corinthians - Campeão Torneio Brasil 500 anos - Júnior
2000 - Corinthians - Campeão Torneio Dallas Cup - Júnior
1998 - Rio Branco - Campeão Mineiro 2ª Divisão
1986 - São Paulo - Campeão Brasileiro
1986 - São Paulo - Vice-campeão Torneio Tereza Herrera - Espanha
1985 - São Paulo - Campeão Paulista
1982 - São Paulo - Campeão Paulista
1981 - São Paulo - Campeão Paulista
1981 - São Paulo - Campeão Torneio José Maria Marin



Conquistas como Jogador
1978 - Joinville - Campeão Catarinense
1977 - Botafogo - Campeão Paraibano
1977 - São Paulo - Campeão Paulista
1975 - São Paulo - Campeão Paulista
1974 - São Paulo - Vice-campeão da Taça Libertadores da América
1971 - São Paulo - Campeão Paulista
1970 - São Paulo - Campeão Paulista
1970 - São Paulo - Campeão Extra-Amador
1969 - São Paulo - Campeão Paulista Juvenil

Túlio assinando o contrato com a Anapolina em 2004.

Túlio foi contratado como reforço da Anapolina, para a disputa da Série B de 2004. Com o codinome de "Túlio Mara-Rubra", o famoso goleador não foi feliz em sua passagem pela Xata, marcando apenas um gol em jogos oficiais. Mas sua dedicação e espírito de luta o levaram a aspirar depois novas oportunidades, que o levou a disputar o campeonato carioca de 2005 com grande brilhantismo, pelo Volta Redonda. Deixamos registrada aqui essa singela homenagem a esse grande craque, que com certeza é o jogador mais famoso a vestir a camisa da Anapolina até hoje.

Túlio no Vila Nova, campeão goiano e artilheiro em 2001.

Túlio nunca foi um centroavante técnico. Pelo contrário, sempre deixou claro que a única coisa que sabia fazer, em campo, era colocar a bola dentro do gol adversário. E fazer muito marketing em torno de si, sobretudo com frases de efeito e provocações ao adversário. O grande momento de Túlio foi no Botafogo, entre 1994 e 1996. Foi relativamente pouco tempo, mas o suficiente para o jogador ganhar o apelido de Túlio Maravilha (ao som de Fio Maravilha, de Jorge Bem) e ser goleador do Campeonato Brasileiro em duas oportunidades (1994 e 1995, somando à artilharia de 1989 pelo Goiás). Na época, era uma espécie de rival de Romário, que estava no Flamengo. Nesse período, o atacante goiano teve chance na Seleção. Atuou em 14 oportunidades, marcando 11 gols. O mais famoso foi pelas quartas-de-final da Copa América de 1995, em que a Argentina vencia o Brasil por 2 x 1 até os 43 minutos do segundo tempo, quanto Túlio dominou a bola claramente com o braço e tocou no canto de Cristante. O juiz confirmou o gol e Túlio falou em "mão de Deus".

Túlio artilheiro do campeonato brasileiro pelo Goiás, em 1989.

Depois disso, Túlio foi a grande contratação do banco Excel Econômico quando iniciou a co-gestão com o Corinthians, em 1997. O atacante não se deu bem no Parque São Jorge e viu sua carreira entrar em decadência. Teve problemas pessoais, posou nu em revista gay e virou um andarilho. Desde a profissionalização, já jogou por 19 clubes diferentes: Goiás, Sion-SUI, Botafogo, Corinthians, Vitória, Fluminense, Vila Nova-GO, Cruzeiro, São Caetano, Santa Cruz, Újpest Dosza-HUN, Brasiliense, Tupy-ES, Atlético-GO, Jorge Wilsterman-BOL, Anapolina, Volta Redonda, Juventude, Al Shabab-ARS, Volta Redonda e Fast-AM, onde atuou pela Série C do Brasileirão 2006. No final deste ano, Túlio retornou ao futebol goiano mais uma vez, para disputar o campeonato da segunda divisão pela Canedense. Marcou nove gols em sete jogos, mostrando uma forma física invejável para sua idade. Ainda assim, nunca escondeu que tem noção de onde já esteve e de onde está agora. Em 2007, novamente pela Canedense, foi vice-artilheiro do campeonato goiano, e foi contratado pelo Vila Nova para disputar a Série C. Além disso, manteve sempre o humor. Quando foi apresentado ao Vila Nova, foi perguntado sobre seu passado no rival Goiás. Resposta: "eu era como uma melancia, verde por fora, mas vermelho por dentro".

Calisto começou sua carreira profissional em 1995, no desconhecido Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Depois de se profissionalizar, o lateral-esquerdo foi para o América-RJ, clube que defendeu até 2000. Em 2001, atuou pelo Anapolina-GO, transferindo-se para o CRB-AL no início de 2002. Antes de vir para o Bahia, estava no Corinthians-AL.Sem muito alarde, Calisto chegou ao Bahia para ser "sombra" do até então titular Chiquinho. Trabalhando aos poucos, sem reclamar da reserva, o ala conquistou seu espaço na equipe e no coração do torcedor. A boa marcação na defesa, o chute certeiro e potente nas cobranças de bola parada, além de sua velocidade no apoio ao ataque, fezeram com que o técnico Candinho desse a ele a vaga no time principal. Formando uma dupla infernal pelo lado esquerdo com o também carioca Geraldo (os dois nasceram em Duque de Caxias, Baixada Fluminense), Calisto ganhou crédito até com o ex-treinador da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, que o apontou como uma das revelações do Campeonato Brasileiro 2002. Mais recentemente, Calisto transferiu-se para o futebol da Rússia, onde realizou o sonho de jogar no exterior. O Vasco da Gama anunciou a contratação de Calisto, como o primeiro grande reforço para a temporada de 2008.

FICHA DO CRAQUE Nome: Orlando Calisto de Souza Apelido: Calisto Data de Nascimento: 18/12/1975 Naturalidade: Duque de Caxias (RJ) Posição: Lateral-esquerdo Estatura: 1,74m Peso: 73kg Clubes: Barra da Tijuca (1995-1997); América-RJ (1998-2000); Anapolina-GO (2001); CRB-AL (2002); Corinthians-AL (2002); Bahia (2002).

Dorival Guidoni Júnior, o Doriva, raçudo volante revelado pelo São Paulo no começo dos anos 90, defende o Middlesbrough, da Inglaterra. "Estou totalmente adaptada ao futebol da Europa, onde moro desde 1998", conta.

Nascido em Nhandeara (SP) no dia 28 de junho de 1972, Doriva ganhou a primeira oportunidade no time profissional são-paulino com o técnico Telê Santana. Pelo time de aspirantes do Tricolor, Doriva foi vice-campeão em 92 (o São Paulo foi derrotado para o Vasco) e campeão em 93 (vitória sobre o Corinthians). Para ganhar experiência, Doriva chegou a ser emprestado duas vezes para equipes goianas: Anapolina (92) e Goiânia (93), mesmo ano que ele voltou para o São Paulo e foi campeão da Libertadores e do Mundial Interclubes. Ele fez parte do time que derrotou o Milan, por 3 a 2, em Tóquio.

Em 95, com a parceria da TAM (Transportes Aéreos Marília), o XV de Piracicaba contratou o médio-volante. Na época, a transação foi bastante curiosa, já que Doriva vivia um bom momento no Tricolor do Morumbi. Menos de um depois, Doriva deixou o Nhô Quim para defender o Clube Atlético Mineiro, clube pelo qual foi campeão da Conmebol de 97. O Galo, que tinha Valdir Bigodinho e Marques, era dirigido por Emerson Leão.

Em 98, o volante foi contratado pelo Porto, de Portugal, e no mesmo ano acabou sendo convocado por Zagallo para defender a seleção brasileira na Copa do Mundo da França. Doriva era reserva na equipe que foi vice-campeã mundial. Antes de chegar ao Boro, onde atuou ao lado de Juninho Paulista (seu ex-companheiro de São Paulo) e Ricardinho, Doriva também defendeu o Sampdoria, da Itália, e também atuou pelo futebol espanhol. Doriva é a principal atração do Mirassol, na Copa Federação Paulista de 2007. 

Espíndola é o recordista de gols marcados em uma única partida pela Anapolina. Em 21/09/2002, ele marcou os quatro gols da Xata, na goleada de 4 x 3 sobre o Americano, em Anápolis, pela Série B daquele ano. Espíndola terminou o campeonato com 14 gols assinalados, sendo o quarto melhor artilheiro do torneio.

Janderson Soares de Espíndola, nascido no Rio de Janeiro em 19/02/1975, é irmão do goleiro Júlio César, ex-Flamengo, e disse que quase pagou para jogar na Anapolina (GO), durante o Campeonato Brasileiro da Série B. "Praticamente paguei para jogar no Anapolina, foi horrível. Não ganhei nenhum tostão. Quase fui expulso do hotel onde estava hospedado, que ficou acertado do Anapolina pagar", lamentou. A torcida da Rubra também lamenta que, por uma falha na estrutura do clube, um atleta do nível do Espíndola tenha passado por constrangimentos durante sua passagem pela Anapolina. Esperamos que futuramente ele retorne, com o clube em melhores condições, para que volte a marcar os seus belos gols com a camisa da Xata! Espíndola foi campeão brasileiro, jogando pelo Vasco da Gama em 1997, e campeão da Copa dos Campeões, jogando pelo Flamengo em 2001.

Duarte foi o primeiro jogador negociado pela Anapolina diretamente com um clube do exterior, o CLUB BRUGGE K.V. - Bélgica. Nome: José Duarte Filho. Posição: atacante. Nascimento: 06-07-1980. Naturalidade: Bom Jesus-GO. Peso: 83 kg. Altura: 1m87.  Em 2006, estava jogando no Hapoel Kfar-Saba, em Israel. Jogou também no Maccabi Tel-Aviv, Hapoel Be'er Sheva e Hapoel Nazareth Illit. Atualmente está atuando no futebol da China, num clube chamado Guangzhou Pharmaceutical F.C.

Ney Ladeira é um dos maiores ídolos da história da Anapolina. Enquanto Sávio Guerreiro se notabilizou como artilheiro do time, no início da década de 1980, Ney era o maestro do time. Jogador extremamente habilidoso e inteligente, Ney foi formado nas categorias de base do Palmeiras, porém um acidente de automóvel o deixou quase que inutilizado para o futebol profissional. Sofrendo de muitos problemas físicos, Ney chegou a pensar em abandonar a carreira de jogador, mas foi descoberto pelo supervisor da Anapolina da época, o empresário Celso Campos. O início de sua carreira na Anapolina foi muito sofrido, pois sua condição física era precária, e foi necessário um tratamento rigoroso com o Dr. Fernando Faria para que ele pudesse suportar os noventa minutos de uma partida. Alguns técnicos que passaram pela Anapolina também não souberam aproveitar o potencial de Ney, e ele quase foi dispensado do time em várias ocasiões. Foi graças à visão do técnico Davi dos Santos, que posicionou Ney com total liberdade de armação, que o seu potencial começou a despontar para a torcida Rubra. Ney foi decisivo na conquista do campeonato goiano de 1981, que a Anapolina perdeu no tapetão, e também na grande campanha da Taça de Ouro de 1982. Em 1983, fez grande sucesso no Goiás, comandando a equipe alviverde em grande campanha no campeonato brasileiro daquele ano. O time base do Goiás, que conquistou o 5º lugar de 1983, era: Edson, Zé Teodoro, Gilson Jáder, Marcelo (Paulo Nelli), Adalberto; Carlos Alberto, Washington, Luvanor e Ney Ladeira; Cacau, Dario e Brás (Willian). Técnico: Paulo Gonçalves.

Em 1984 e 1985, o Goiás tentou reeditar a grande dupla com Sávio, porém os graves problemas físicos sofridos por Ney e Sávio acabaram impedindo um novo sucesso dos parceiros. Logo depois, Ney encerrou sua carreira de jogador, e passou a residir em Anápolis, onde trabalhou como treinador da Anapolina e do Anápolis em várias oportunidades. Atualmente, trabalha como comentarista esportivo na Rádio Difusora de Goiânia.

Sávio é, com toda certeza, o maior ídolo da fase profissional da Anapolina. Reproduzimos abaixo uma reportagem de 1981, da Revista Placar, retratando com muita emoção a vida desse grande craque, que fez história na Rubra.

Fonte - http://www.museudosesportes.com.br/

O gol mudou o destino de Sávio

Reportagem de Placar em 1981 A história dramática do artilheiro que cresceu no meio da violência e nunca perdeu o otimismo. A infância do catarinense Domingos Sávio da Silva foi sempre marcada por uma incrível violência, em Xanxerê, no oeste do Estado, onde a brutalidade era sinônimo de lei. Esse homem, casado com Nilva Aparecida. Optou pelo futebol para não se tornar um marginal. Depois de quase seis anos de luta, sem oportunidade, aparece para o Brasil como um dos artilheiros da taça de Prata. - Durante toda minha infância fui conduzido para ser um assassino. Meu padrasto Joel me estimulava a andar com uma faca na cintura ou um pedaço de pau. Enfim, alguma coisa certamente mais cedo ou mais tarde faria de mim um assassino. Resisti, não ouvia os seus conselhos e procurei uma fuga no futebol. Posso ser tudo na vida, mas me orgulho de não haver me tornado um marginal. Na pequena Xanxerê, onde morava com mais quatro irmãos, a mãe, Dona Terezinha e o padrasto, Joel, um homem muito violento apesar dos seus 23 anos. Sávio passou todo tipo de dificuldade. A comida, do café ao feijão, era contada e ninguém tinha o direito de repeti-la, porque não dava para todos. Dormiam os três irmãos na mesma esteira e o trabalho da casa ficava sob sua responsabilidade, já que sua mãe era professora primária. Além disso, ainda tomava conta do filho menor do padrasto, um garotinho de dois anos. Submetia-se a uma rotina brutal. Obrigado a deitar-se já de madrugada, depois que terminava o carteado, levantava-se antes das 5 da manhã para vestir seus irmãos, fazer café e manda-lo para o Grupo Escolar. Aos sete anos já tinha o senso de responsabilidade de adulto Foi também nessa época, quando começou a conhecer a dureza da vida, que Sávio soube como ficou órfão de pai, com apenas um ano de vida. O velho Genésio da Silva era caminhoneiro e havia chegado de viagem. E foi logo sentando numa mesa de pôquer. Nesse dia, estava na mesa um dos Ardigo, com quem a família de Sávio tinha uma antiga rixa. Quando o seu Genésio sentiu que estava sendo roubado, deu uma cadeirada em Martin Ardigo. Tonto e sangrando, Martin saiu do bar em busca de seu pai, o terrível velho Ardigo. Todos insistiram para que Genésio fugisse e ele teimou em ficar. Não demorou muito e velho Ardigo chegou mostrando o rosto do seu filho ao pai de Sávio e lhe deu dois tiros à queima-roupa. |Foi assim que Sávio ficou órfão. Quando o padrasto abandonou a família e foi trabalhar no Mato Grosso, Sávio foi morar com o avô no Rio Grande do Sul. Era a oportunidade que tinha de começar uma vida nova. E ele foi trabalhar como entregador de um mini mercado. Ganhava 120 cruzeiros o que dava para pagar o colégio, passagem do ônibus e ainda manda algum dinheiro para a mãe. Entre uma pelada e outra foi melhorando de situação e passou a ser auxiliar de escritório. Mas a grande paixão, agora mais do que nunca, era a bola. Já tinha vaga garantida no time de futsal da cidade. Em pouco tempo já estava disputado o campeonato regional do Rio Grande do Sul e tornando-se o artilheiro da competição com 24 gols e chamando a atenção do Juventus que o profissionalizou. Passou a receber 700 cruzeiros mensais. A família não queria e apenas seu avô lhe dava apoio. Depois de servir ao Exército, em 1976, recebeu passe livre do Juventus e foi contratado pelo Joinville por indicação do técnico Velha. Depois passou pelo Avaí, novamente Joinville e surgiu a chance de jogar no futebol paulista atuando pelo Juventus. Estava num bom clube, mas não jogava. Contrataram o Geraldão e Sávio ficou na reserva. Em 1981 apareceu o Anapolina na sua vida. Disputou o campeonato goiano e marcou 34 gols. É a grande revelação da Taça de Prata e espera jogar num grande clube do Brasil. Sávio sabe que sua grande habilidade é a presença na área que poderá lhe garantir uma carreira de sucesso. Sávio venceu seu próprio destino. Deixou de ser um marginal e transformou-se num temido e competente artilheiro.

Atualmente, Sávio trabalha como técnico no Blumenau Esporte Clube, em Santa Catarina. Para acompanhar a sua atuação, visite o site http://www.blumenausc.pop.com.br/ 

Ex-zagueiro do Fluminense na década de 80, Vica, o José Luis Mauro, tornou-se treinador profissional. Em 2003, ele foi contratado para dirigir a Internacional de Limeira. Depois, ele passou por várias equipes do interior paulista, entre elas o Rio Preto (SP). Em 2005 e 2006, ele dirigiu o Londrina (PR). No começo de 2007, Vica foi contratado pela Caldense (MG). Nascido em Araraquara no dia 10 de março de 1961, Vica participou do time do Fluminense campeão brasileiro de 84. Na ocasião, ele tinha como companheiros de zaga o jovem Ricardo Gomes e Duílio. O Flu contava ainda com: Paulo Vitor, Aldo, Branco, Jandir, Renê, Leomir, Romerito, Assis, Washington, Tato, Paulinho Carioca e companhia. O técnico era Parreira. Além do Flu, Vica também jogou pelo Coritiba, Ferroviária e outras equipes de menor expressão. Seus principais títulos como jogador foram o bicampeonato carioca de 1984/85 e o Brasileirão de 1984 pelo Fluminense e o título paranaense de 1989 pelo Coritiba. Em 1998, iniciou sua carreira de treinador na Anapolina, com grande sucesso, tendo dirigido a Rubra em mais duas ocasiões. Como treinador, em 2002, foi campeão da Copa Centro Oeste pelo Goiás. Abaixo, confira a lista dos times de Vica como jogador e técnico: JOGADOR - Ferroviária-SP (1979, 81 e 83) - Joinville (1981) - Fluminense (1982 a 88) - Coritiba (1988 a 90) - Comercial de Ribeirão Preto-SP (1991) - Atlético Paranaense (1991 a 93) - Santo André (1993) - Itumbiara-GO (1994) - Rio Branco-PR (1995) - Itumbiara (1996) TÉCNICO - Anapolina (1998) - São Carlense (1999) - São Caetano (1999) - Nacional-AM (2000) - Anapolina (2001) - América-SP (2002) - Goiás (2002) - Santo André (2002) - Inter (2003) - Anapolina (2003) - Crac-GO (2004) - Londrina-PR (2005 e 2006)

Sandro de Oliveira Cavalcante da Costa, nascido em Castanhal-PA em 08/05/1976, com 1,68 m e 65 kg, é um dos maiores artilheiros da história do Paysandu. Balão atuou em 2007 na Anapolina (GO). A sua passagem pelos gramados goianos foi discreta, mas ajudou a livrar o time do rebaixamento, marcando gols importantes. Balão foi contratado pela Federação Goiana de Futebol, que cedeu um jogador para cada clube, numa promoção inédita dentro do campeonato goiano. Além do Paysandu e Anapolina, Balão jogou no Cruz Azul, Sport Recife e Hulsan Hiunday, da Coréia do Sul. Os últimos títulos conquistados pelo atacante foram pelo Paysandu, em 2005 e 2006.

Eduardo Soares Ferreira nasceu no Rio de Janeiro, em 08/10/1983, e foi um dos principais destaques da Anapolina no campeonato goiano de 2007. Zagueiro forte e viril, destacou-se também no apoio ao ataque, marcando gols importantes. Eduardo Carioca pode se destacar no futuro, como sendo o primeiro ex-jogador da Anapolina a disputar uma Copa do Mundo. Após deixar a Anapolina, Eduardo se transferiu para o Ajax Cape Town, da África do Sul, e suas destacadas atuações chamaram a atenção dos dirigentes daquele país, que estão trabalhando para sua naturalização com cidadão sul-africano.

 Diego Maradona Barbosa Caetano, nasceu em Corumbá de Goiás-GO, em 02/07/1986. É um dos maiores ídolos recentes da Anapolina, e vem se destacando por marcar gols em jogos decisivos, no campeonato goiano e no campeonato brasileiro da Série C. Por carregar o peso de ter o nome de um dos maiores jogadores de todos os tempos, Maradona sempre foi alvo de curiosidade dos jornalistas. Recentemente, ele foi citado em uma reportagem realizada no Globo Esporte. No dia 04/02/2006, o jornalista Marcelo Duran publicou uma reportagem no jornal "Diário da Manhã", sobre a vida e a carreira de Diego Maradona, que reproduzimos abaixo.

O Campeonato Goiano de 2006 tem revelado dentro dos gramados um fato curioso: os jogadores com nomes de batismo ou apelidos, de personagens atuais e ídolos do passado do futebol. Eles não homenageiam apenas atacantes brasileiros. Na lista, aparecem também ex-craques da Argentina e da França. O inusitado é que os torcedores comentam mais sobre os seus nomes do que sobre o futebol apresentado. Titulares ou reservas, os jogadores fazem sucesso e têm muitas histórias interessantes e engraçadas. Com 19 anos, idade de júnior e há duas temporadas na equipe profissional, o meia Diego Maradona (nome que leva no registro), da Anapolina, carrega o nome do maior ícone do futebol argentino e um dos mais polêmicos ex-jogadores do planeta bola. Quem vê o jovem atleta da Xata pela primeira vez, acha que ele se parece fisicamente com o ex-craque sul-americano tem 1,70 m de altura e pesa 67 quilos. Mesmo com o nome conhecido mundialmente, o atleta do time de Anápolis passou a infância e parte da juventude incógnito nas ruas históricas da pequena Corumbá. Ao ser apresentado para as pessoas, ele só dizia: "Me chamo Diego". E ninguém imaginava que o sobrenome do jogador poderia ser Maradona. Nem ele, até o final da adolescência, tinha pleno conhecimento de quem era Maradona. Na realidade, o meia está realizando o sonho de seu pai, Joaquim Antônio Caetano, que teve seis filhos (cinco homens) e sempre desejou ter um filho jogador de futebol. Marcelo, irmão de Diego e jogador de defesa, atuava nas categorias de base da Anapolina, mas como o time não quis profissionalizá-lo, desistiu da carreira. O atacante Geraldo, outro irmão de Diego, também tentou. Foi parar na Alexaniense. Mas foi o veterano jogador Pirata, assim que o meia chegou à Anapolina, quem o chamou pela primeira vez de Diego Maradona. A partir daí, ele ganhou o sobrenome como jogador, já que, antes, só queria ser chamado de Diego. "Se não fosse ele, meu nome de batismo não seria descoberto", destacou o meia. Hoje ele é conhecido em toda a cidade pelo nome do ex-craque argentino. Como o jogador veio de família humilde, nunca teve dinheiro para comprar (e nunca vestiu) uma camisa da Argentina ou do Boca Juniors, clube pelo qual ficou conhecido o real Maradona. Com pouco tempo de profissional, Diego teve a oportunidade de disputar o clássico da cidade, no ano passado, quando Anápolis e Anapolina empataram por 2 a 2, pelo Campeonato Goiano. Além desse jogo, ele atuou no empate por 0 a 0 contra a União Barbarense, pela série B. Perfil Diego Maradona Barbosa Caetano Idade: 19 Naturalidade: Corumbá-GO Posição: meia-ofensivo Altura: 1,70 metro Peso: 67 quilos Chuteira: 38 Ídolo: Ronaldinho Gaúcho Clube que jogou: Anapolina-GO Quem foi Maradona Diego Armando Maradona foi campeão do mundo em 1986 e vice-campeão mundial em 1990, pela Argentina. É um dos melhores jogadores de todos os tempos. A magia da camisa 10 perdura na memória de todos os argentinos, numa espécie de veneração e agradecimento eterno pelo craque. Em sua galeria de jogadas antológicas está a famosa e controvertida “mão de Deus”, além do gol mais espetacular do século. Principais clubes: Boca Juniors, Barcelona e Nápoli.

Marcelo Eugênio de Paula, paulista nascido em 20/05/1969, é um dos maiores ídolos dos períodos mais recentes da Anapolina. Volante raçudo e técnico, De Paula atuou a maior parte de sua carreira no futebol goiano, principalmente no Itumbiara. Já no final da carreira, veio para a Anapolina, onde se destacou em várias campanhas do campeonato brasileiro das Séries B e C. Depois de encerrar a carreira de jogador profissional, radicou-se em Anápolis e passou a atuar no campeonato amador da cidade. Em 2007, iniciou a carreira de treinador na Anapolina.

Apelido: Júlio César Imperador Nome Completo: Júlio César Garcias Nascimento: 28/1/1967 Encerrou sua carreira de jogador na Anapolina em: 2004 e 2005 Posição: Meia-armador Naturalidade: Itapirapuã. Julio César fez grande sucesso em sua passagem pelo Flamengo, jogando junto com a turma de Zico, Andrade, Adílio e outros grandes craques, quando ganhou o apelido de "Imperador". Atuou pelos segiuntes clubes com jogador e treinador: atlético goianiense - 79 a 92 flamengo - 92 a 94 guarani - 94 XV de piracicaba - 1º semestre de 95 atlético mineiro - 2º semestre 95/96 ituano - 97 vila nova - Go - 2º/97 paulista - 98 paysandu - 2º semestre /98 união barbarense - 99 figuerense - 99 marilia -sp - 99/00 anapolina - 2001 allkhallif - Arábea saudita - 2001 imperatriz (cavalo de aço) - 2002

Erickson Avelar Martinho, o Bira, nasceu em São Paulo no dia 16/10/1978, e foi a grande sensação da Anapolina no campeonato goiano de 2006, quando a Xata disputou as semifinais com o Atlético. Atacante habilidoso e exímio cobrador de faltas, Bira foi o vice-artilheiro do campeonato, marcando 13 gols. Passou pelo Botafogo de Ribeirão Preto, Caxias do Rio Grande do Sul, Atlético Goiano, CRAC, futebol russo e israelense.

Natural de Goiânia-GO, nascido em 07/03/1981, o atacante Adriano Bizerra de Melo foi revelado pelo Vila Nova e passou por diversos times, mas só conseguiu destaque jogando pela Anapolina, durante a Série B de 2005, marcando muitos gols com a camixa da Xata. Infelizmente, o nome de Adriano Magrão acabou ficando vinculado ao rebaixamento da Anapolina naquele ano, porém a torcida tem um carinho muito grande por ele, e numa votação realizada recentemente na comunidade do Orkut, ele foi eleito o melhor jogador a vestir a camisa da Rubra nos últimos anos. Posteriormente, Magrão foi contratado pelo Fluminense, onde fez gols importantes e ajudou o clube carioca a conquistar a Copa do Brasil.

Um dos principais nomes do atual elenco da Anapolina, fazemos questão de homenagear neste espaço o excelente goleiro Mateus. Natural de Goianésia-GO, nascido em 05/10/1983, Vicente Mateus Arantes Rios é considerado por muitos torcedores como o melhor goleiro do futebol goiano. Mateus faz parte do elenco da Anapolina há vários anos, porém ficou muito tempo na reserva, aguardando uma oportunidade no time principal. E a sua primeira chance apareceu por acaso, no início do campeonato goiano de 2006, quando o goleiro titular não foi regularizado para o primeiro jogo, contra o CRAC em Catalão. Mateus entrou e fechou o gol naquela oportunidade, firmando-se definitivamente como titular no gol da Anapolina. Em 2007, voltou a reeditar suas grandes atuações, sendo um dos principais responsáveis pela manutenção da Xata na primeira divisão do futebol goiano. No segundo semestre, foi emprestado ao Novo Horizonte de Ipameri, onde atuou como titular em todos o jogos do campeonato goiano da segunda divisão, e ajudou aquela equipe a conquistar o título e o acesso à elite do futebol goiano.

Leonardo Cornélio nasceu no Rio de Janeiro, em 24/02/1975. Atacante rápido e habilidoso, fez sucesso em várias equipes, mas sempre se identificou muito com a Anapolina, clube que defendeu em várias temporadas. Sempre se destacou marcando gols decisivos. Após encerrar a sua carreira, decidiu morar em Anápolis, e passou a atuar no futebol amador da cidade. No ano de 2008, demonstrou mais uma vez o seu amor pela Rubra. Com o clube passando por uma de suas maiores crises financeiras, decidiu voltar a jogar profissionalmente, e foi um dos principais destaques da Anapolina no campeonato goiano, ajudando a Xata a permanecer na primeira divisão de Goiás.

O veterano Senegal foi o grande destaque da Anapolina na Série C de 2006, quando a Rubra conseguiu disputar até a terceira fase. Atuando como Zagueiro e Volante, raçudo e técnico, tornou-se em pouco tempo um dos principais ídolos da torcida naquela competição. Nome: Josenilton Anunciação Silva; Apelido: Senegal; Idade: 34 anos; Nacionalidade: Brasileiro; Ficha Técnica Posição: zagueiro; Altura: 1.89 m; Peso: 75 kg; Nº da chuteira: 41; Características: Boa altura, força, determinação, forte no jogo aéreo, líder em campo e forte marcação; Equipes por onde passou: Profissional - Esporte Clube Vitória-BA - Galo Maringá-PR - Botafogo Futebol Clube-SP - Esporte Clube Bahia-BA - Paulista Futebol Clube-SP (Etti Jundiaí-SP) - Joinville Esporte Clube-SC - União Agrícola Barbarense Futebol Clube-SP - Esporte Clube Noroeste-SP - Esporte Clube São José de Porto Alegre-RS - Rio Branco de Andradas Futebol Clube-MG - Associação Atlética Caldense-MG - União Esporte Clube de Rondonópolis-MT - União São João Esporte Clube-SP - Marília Atlético Clube-SP - Botafogo Futebol Clube-PB - Associação Atlética Anapolina-GO - Vilhena Esporte Clube-RO

O lateral esquerdo Nilton, também conhecido como "Niltinho Fúria", é o jogador recordista em atuações pela Anapolina, nos jogos válidos pelo campeonato brasileiro da 1ª Divisão, considerando apenas as participações da Rubra em 1978, 1979, 1982 e 1984. Nilton defendeu a Rubra em 42 jogos, marcando 1 gol. Apresentamos a seguir, a relação dos jogadores que defenderam a Anapolina em jogos do campeonato brasileiro da 1ª Divisão:

Nilton - José Nilton Rezende Conte - Lateral esquerdo - 1 gol

Nilton ainda defendeu o Vila Nova (17 jogos) e o Brasília (4 jogos)

Sidnei - Sidnei do Nascimento - Zagueiro - nascido em 19/02/1955 - 1 gol

Wilson Santos - Lateral Direito

Nei - Dirsinei Vieira Ladeira - Meia armador - nascido em 23/11/1954 - 6 gols

Nei ainda defendeu o Goiás em 35 jogos, marcando 8 gols

Roberto Chaves - Médio Volante

Roberto Chaves ainda defendeu o Vila Nova (8 jogos), Gama (7 jogos) e Goiás (6 jogos)

Mateus - Meia Armador - 8 gols

Paulo Sérgio - Paulo Sérgio de Queiroz - Médio Volante - nascido em 12/06/1953

Paulo Sérgio (já falecido) ainda disputou 4 jogos pelo Brasília

Mário - Mário Gianezine - Médio Volante - 1 gol

Maurício - Maurício de Souza - Atacante - 4 gols

Ribas - Zagueiro

Ribas ainda defendeu o São Paulo em 1 jogo

Jorge Cruz - Jorge Adalberto Cruz - Atacante - nascido em 10/07/1955 - 3 gols

Raimundinho - Raimundo Nonato Peres - Atacante - 1 gol

Zé Carlos Paulista - José Carlos Raimundo - Atacante - nascido em 12/10/1956 - 7 gols

Zé Carlos Paulista ainda defendeu o Joinville (31 jogos e 13 gols) e o Botafogo-PB (11 jogos e 2 gols)

Barão - Antônio Carlos Nicolau - Meia Armador - nascido em 13/07/1955 - 1 gol

Barão ainda defendeu o Brasília, em 4 jogos

Deo - Adelmar Carvalho Cabral - Goleiro - nascido em 23/07/1956

Deo ainda defendeu o Brasília (56 jogos) e o Sobradinho (6 jogos)

Roldão - Roldão Moreira de Novais - Atacante

Roldão ainda defendeu o Gama (25 jogos e 4 gols) e o Colorado (19 jogos e 2 gols)

Sávio - Domingos Sávio da Silva - Atacante - nascido em 120/08/1957 - 16 gols

Sávio ainda defendeu o Goiás (19 jogos e 4 gols) e o Joinville (10 jogos e 2 gols)

Armando - Armando Bovo - Meia Armador - 1 gol

Dilon - Goleiro

Edu - Atacante - 1 gol

Vinicius - Lateral Direito - 1 gol

Vinicius ainda defendeu o Goiás, em 12 jogos

Também defenderam a Anapolina no campeonato brasileiro da 1ª Divisão os seguintes jogadores: Gideone (zagueiro) 13 jogos; Moacir (goleiro) e Paghetti (atacante) 12 jogos; Sinomar (atacante, 3 gols) 11 jogos; Paulo Nelli (zagueiro) 10 jogos; Adilson (atacante), Fernando (atacante, 1 gol) e Robô (lateral) 9 jogos; Elimar (atacante) e Toninho (zagueiro) 8 jogos; Clovis (lateral), Deirote (zagueiro), Flávio (lateral), Lima (meia, 2 gols) e Tornado (atacante) 7 jogos; Eugênio (lateral), Gonçalo (atacante), Luis Carlos (meia), Narciso (zagueiro), Osmar Lima (médio volante), Urbano (atacante) e Veiga (atacante, 1 gol) 6 jogos; Almir (lateral), Gabriel (goleiro), Humberto (meia) e Vanderlei (atacante) 5 jogos; Cantarelli (goleiro), Gilson Bonfim (atacante), Marquinhos (atacante), Valtinho (meia) e Zé Amaro (atacante) 4 jogos; Beto Faísca (atacante), Caxias (goleiro), Ferreira (lateral), Júlio César (atacante) e Zé Neto (atacante) 3 jogos; Edson Borracha (goleiro), Eulálio (lateral), Marcelo (zagueiro), Noquinha (atacante), Ubirajara (goleiro) e Welton (lateral) 2 jogos; Brasília (goleiro), Esquerdinha (atacante), Jorge Nei (atacante, 1 gol), Laércio (lateral), Lopes (lateral), Luis César (atacante), Odilon (atacante), Toió (atacante) e Varão (atacante) 1 jogo.

Nossa galeria está em permanente atualização. A seguir, informamos dados de outros jogadores que se destacaram recentemente na Anapolina. Se você tiver mais informações sobre eles, me envie por email, e colabore com nossa página.

Apelido: Rogerinho Nome Completo: Rogério de Oliveira Custódio Nascimento: 14/6/1967 Jogou na Anapolina em: 2001 Posição: Atacante Naturalidade: Feira de Santana-BA

Apelido: Rui Barbosa Nome Completo: Rui Barbosa Machado Nascimento: 13/10/1973 Jogou na Anapolina em: 2003 Posição: Atacante Naturalidade: Goiânia-GO

Apelido: Luiz Almeida Nome Completo: Genivaldo Luiz de Almeida Nascimento: 15/3/1975 Jogou na Anapolina em: 2005 Posição: Goleiro Naturalidade: Panorama-SP

  Apelido: André Turatto Nome Completo: Elísio André Turatto Nascimento: 7/10/1976 Jogou na Anapolina em: 2004 Posição: Zagueiro Naturalidade: Ipirá-SC

Apelido: Anderson Nome Completo: Clifoort Anderson Silveira Lazaro Nascimento: 15/12/1978 Jogou na Anapolina em: 2005 Posição: Meia-armador Naturalidade: Rio Branco-AC 

Apelido: Aílton Nome Completo: Aílton Santos da Silva Nascimento: 7/8/1972 Jogou na Anapolina em: 2003 Posição: Atacante Naturalidade: Conceição do Jacuípe-AM

Apelido: Babau Nome Completo: Edvaldo da Conceição Nascimento: 6/6/1975 Jogou na Anapolina em: 2001 Posição: Volante Naturalidade: Conceição do Araguaia-PA

Apelido: Baiano Nome Completo: Laércio Alves dos Santos Nascimento: 18/4/1978 Jogou na Anapolina em: 2001, 2002, 2003, 2004, 2007 Posição: Ala Direito Naturalidade: Salvador-BA

Apelido: Bob Nome Completo: Edimar Soares Pereira Nascimento: 14/9/1970 Jogou na Anapolina em: 2002 Posição: Volante Naturalidade: Rio de Janeiro-RJ

    Apelido: Cacá Nome Completo: Carlos Eurides Donizete Braga Nascimento: 7/8/1974 Jogou na Anapolina em: 2003 e 2005 Posição: Meia-armador Naturalidade: Ceres-GO

Apelido: Cleiton Nome Completo: Cleiton Aparecido da Silva Dias Nascimento: 23/11/1975 Jogou na Anapolina em: 2001, 2003 e 2005 Posição: Zagueiro Naturalidade: Unaí-MG

Apelido: Dedé Nome Completo: José Antunes Soares Júnior Nascimento: 25/3/1970 Jogou na Anapolina em: 2002 Posição: Atacante Naturalidade: Belo Horizonte-MG

Apelido: Donizete Nome Completo: Donizete Castro de Araújo Nascimento: 28/2/1976 Jogou na Anapolina em: 2005 Posição: Volante Naturalidade: Nerópolis-GO

Apelido: Esley Nome Completo: Esley Leite do Nascimento Nascimento: 15/4/1979 Jogou na Anapolina em: 2005 Posição: Atacante Naturalidade: Vitória-ES

Apelido: Enival Nome Completo: Enival José Pereira Nascimento: 9/1/1972 Jogou na Anapolina em: 2005 Posição: Goleiro Naturalidade: Palotina-PR

Apelido: Éder Silva Nome Completo: Éder João Moreira da Silva Nascimento: 24/7/1982 Jogou na Anapolina em: 2005 Posição: Ala Direito Naturalidade: Passo Fundo-RS

Apelido: Fábio Nome Completo: Fábio Ferreira Aragão dos Santos Nascimento: 15/10/1977 Jogou na Anapolina em: 2004 Posição: Goleiro Naturalidade: Pernambuco-PE

Apelido: Juninho Nome Completo: Junio Aquino Gomes Nascimento: 23/8/1981 Jogou na Anapolina em: 2004 e 2005 Posição: Volante Naturalidade: Santo Amaro-BA

Apelido: Moisés Nome Completo: Joaquim Moysés de Lima Neto Nascimento: 12/12/1966 Jogou na Anapolina em: 2001 e 2002 Posição: Atacante Naturalidade: Belo Horizonte-MG

Apelido: Peninha Nome Completo: Wálterson Romeu de Souza Júnior Nascimento: 3/3/1979 Jogou na Anapolina em: 2002 Posição: Atacante Naturalidade: Brasília-DF

Apelido: Paulo César Nome Completo: Paulo César Borges Bernardes Nascimento: 16/5/1969 Jogou na Anapolina em: 2003 Posição: Atacante Naturalidade: Goiânia-GO

Apelido: Pirata Nome Completo: Emanuel Sacramento Filho Nascimento: 17/9/1968 Jogou na Anapolina em: 2005 Posição: Atacante Naturalidade: Rio de Janeiro-RJ

Apelido: Tuti Nome Completo: Carlos Augusto Francisco Nascimento: 25/8/1978 Jogou na Anapolina em: 2002 e 2003 Posição: Goleiro Naturalidade: Araraquara-SP

Apelido: Tropeço Nome Completo: Adelmo Hobold Nascimento: 15/6/1974 Jogou na Anapolina em: 2001 Posição: Atacante Naturalidade: São Ludgero-RS 

Apelido: Toninho Nome Completo: Aguimar Antonio Barbosa Nascimento: 7/9/1974 Jogou na Anapolina em: 2002 Posição: Zagueiro Naturalidade: Perdizes-SP

Apelido: Wallace Nome Completo: Wallace Machado da Silva Nascimento: 14/4/1968 Jogou na Anapolina em: 2003 Posição: Atacante Naturalidade: Ribeirão Preto-SP

Apelido: Zé Raimundo Nome Completo: José Raimundo da Rocha Sena Nascimento: 14/5/1974 Jogou na Anapolina em: 2002 Posição: Atacante Naturalidade: Belém-PA

Apelido: Zezé Nome Completo: José Ramos de Castro Nascimento: 11/4/1976 Jogou na Anapolina em: 2002 Posição: Atacante Naturalidade: Dom Aquino-MT

Apelido: Marquinhos Bolacha Nome: Marcos José do Nascimento Inscrição na CBF: 131806 Posição: Volante Nascimento: 20/06/1977, Araraquara-SP Clubes como jogador: E.C. Santo André (01/2004 a 06/2004 e 04/2005 a 10/2005), Matonense-SP (1996), Bragantino-SP, Sport-PE (2004/2005), Guarani-SP (2006), CRAC-GO (2006), Anapolina-GO (2006/2007).

Apelido: Ronaldo Nome: Ronaldo da Silva Inscrição na CBF: 163245 Posição: Volante Nascimento: 31/01/1984, São Paulo-SP Clubes como jogador: E.C. Santo André (2003/2006), Inhumense-GO, Anapolina-GO (2007) Títulos como jogador: Campeão da Copa São Paulo Jr 2003 (Santo André).